



|
Meu Perfil BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, MOOCA, Homem, de 20 a 25 anos, Portuguese, English, Sexo, Bebidas e vinhos
|
|
 |
CANETADAS ENTRE CONHAQUES... Entre e beba A Vontade
Quanto pó!!!! 
Dizcrêimer: Esse post pseudo-musical feito aqui é fruto de imbecilidade do Facebook em proibir bons textos com mais de XPT caracteres. A inspiração, entretanto, em nada guarda relação com o contexto do post, pois é fruto de densas e intensas pesquisas das piores versões de intérpretes tupiniquins de todos os tempos, conclusões minhas e da Flavia Cantinho Pinheiro (ver FB). Estou postando essas “coisas” apenas pelo fato de que lembrei delas em conversa com a Michele Moraes (ver FB também, mas que, frise-se, repudiou o experimento). "Eniuêi", segue o tal do Top 3, nesse espaço com um derradeiro e importante “Dizcrêimer”: hoje, e em especial aqui, tô pouco me fudendo prá merda da Norma Culta. Passou o tempo disso, tal qual passou o tempo de 99,9% desse Blog. Bom, há muito ele está esquecido, posto que eu também mudei, mas não tenho coragem de deletar. Afinal, ele mistura coisas insanas com outras boas, todas experimentais. Quem sabe não reativo... Não sei. Top #3 das piores versões tupiniquins #3! Alguém por aí sabe em que resulta a mistura de dendê aromatizado de ervas com cocaína? Caetano Cobain explica essa coisa mera, uma forma beautifa de expressão, com aquela sofitinésse quase que característic, meio que yes, meio que no, pois sabe, sim ô não, tudo depend do point de vista, e recordou então, quase que por fatal instincto, a sua versão de Mémoriaaaaaahhhh (if I had a gun I'd suicide me): http://www.youtube.com/watch?v=e2aDlFUFEWU #2!! Dizem que depois que um mito morre tem "intrépretres" que se aproveitam do sucesso e destróem músicas geniais e consagradas. Nesse caso, num "jeitim minerim", quase silencioso (não fossem os berros, em especial do último minuto da "canção"), Miltão Nascimento conseguiu (não sei como) não ser "Beated" num processo - com o Michael Jackson ainda vivo - ao gravar isso aqui (pena não é vídeo): http://www.youtube.com/watch?v=yPGOOnE78nk #1!!! Candidata séria a pior versão não apenas tupiniquim, mas também interplanetária, apresento esta tentativa de estupro diretamente de um buraco negro da MPB! Me disseram que foi assim: teve um dia que uma gralha jupteriana no cio esqueceu os anéis (de seu planeta, espero) ao vir uma espécime bombadinha, e resolveu "sair" com el@ na região Bexiga. Eis que lembrou que @ marid@o del@ estava a esperando em casa em Jaçanã (tradução ao Português de Júpiter). Aí a "corvidae alien passeriforme" (leia-se, incontrolável gralha alienígena) inventou uma famigerada "desculpinha" para cair fora. Situação narrada em tempo real, Tetê Spindola remexe Adoniram no sepulcro ao uivar "Trem das 11": http://www.youtube.com/watch?v=v0tpQiz5FX4
Escrito por Poeta às 01h00
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
I Wanna Love No More (a livre de “Não Quero Mais”; para variar, de Cartola!)  I want no more To love anybody I wasn’t happy Destiny has denied my first love It dried as a flower That has never grown But still left spikes That forever will hurt my heart I know that I am a seed of Love Since I was born But I have no ground or pound That’ my destiny Since the first time I felt a dream It was a dream that was born But dead before it happened to us Sometimes I laugh thinking of the past I never thought of Love and I was never loved But if you suppose I am a liar and lovable I swear it is just a dream and nothing else
Escrito por Poeta às 08h07
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Upcoming Morning (eis que Cartola deflagra em outro idioma a Alvorada – frise-se, “livremente” traduzida...) 
It’s Upcoming morning in my hill That’s so pretty No one cries and there’s no sadness And nobody is disgusted The sun is it coloring and it’s amazing, so amazing And the nature is smiling, and painting and painting it (Upcoming morning) You also remind me the Upcoming Morning When you come lightening All my fully dark ways And then the few I have Becomes almost a piece of nothing As I am always following us In such a lost way
Escrito por Poeta às 07h21
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
The Sun will Shine (de "O Sol Nascerá", mais uma tradução "livre" da série “Cartola translated” ) 
Smiling widely I intend to spend my life ‘Cause for crying I saw all my youth so lost The storm is ended, finally The sun will shine again It’s the end of missing fillings I’ll find somebody else to love!
Escrito por Poeta às 06h29
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
I need to find Me (Orig.: “Preciso me encontrar” de Cartola – Trad. Livre “Daniel Poeta”)
Let me go I need to walk I’ll go around just trying to find Laughing instead of crying I want to see the sun shining I must see all the rivers rolling I’ll hear bird’s song during the spring I want to born I want to live Just let me go I‘ll go around You know what I have in my mind Laughing instead of crying I want to see the sun burning I need the river nonstop falling I’ll hear my songs whistling Please let me go Just let me live Please let me go I need to walk I’ll go around just trying to find Laughing instead of crying
Escrito por Poeta às 05h49
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Passou o dia, passou o Santo Esse ditado popular sempre me intrigou. Primeiro pelo erro gramatical, imperdoável. Segundo pelo significado. O que seria passar “o Santo”? Pois é. O Dia chega. Meu Santo passou. Logo eu, que sou mais conhecido como “Poeta” (????) que pelo meu nome. Logo Eu. Errante convicto, “palavrista” invicto, cansei. Cansei da poesia, da prosa e do verso. Cansei. Hora de idéias novas, mais construtivismo. Como todo cansaço, uma hora passa. Mas, até lá, quem quiser (ainda alguém aí???)... que me acompanhe no(s) novo(s) projeto(s). Aparecerá(ao), opportuno tempore, na faixinha ao lado direito. É. Aí... ai... deixo esse como que não foi. Para não perder o “hábito”: Inté!
Escrito por Poeta às 14h59
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Soneto da Mulher-Menina-Moça

Menina, és a mulher vinda do vento
De sorriso dócil, longe sempre voa
És vida alegre, que sempre ri à toa
E me estremece mais que absinto
Doce ela vem e sempre me atordoa
Mulher, moça é pior que o labirinto
É até maior do que o por mim sinto
Pois só teu beijo já me desarrazoa
Crianças, a nossa vida hoje se refaz
Memórias, novas, nunca serão más
Menina, vivamos hoje a fogosa paz
Mulher, não olhemos nós para trás
Moça, sem você eu não sou capaz
Quem quer que vieste, que não vás...
Escrito por Poeta às 02h35
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
I’m allright, ‘bruther’!*

“ ‘Bem’ também pode
inferir um substantivo, que enseja condições ideais ao equilíbrio, manutenção, e
aprimoramento do progresso de uma pessoa - ou empreendimento - quiçá de uma
coletividade. Bem sabes que não era essa superficialidade que almejava esse que
vos fala!”
* - Anonimamente extraído de meu “orkut”, para manter este espaço
vivo.
Escrito por Poeta às 01h59
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Soneto da Infidelidade

Surgem sempre na vida conflitos
Dóceis olhos se tornam doentes
E as marcas serão permanentes
Se o mero pensar inspirar atritos
Tal qual claro flagrante de delito
Infração continuada e insistente
O corpo cede ao desejo renitente
Do louco apetite ardente e aflito
Eis que inebriado faz-se o pagão
Ofusca-se o Amor sem apreensão
No humano desejo da obtenção
A porta fecha sem nenhum senão
Frágeis os escrúpulos logo se vão
Se intensa e insana for a tentação
Escrito por Poeta às 03h15
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Tango

Misteriosos
sentimentos sem contento
A ostentosa
angústia do querer chegar
Os profundos
mares do esquecimento
Necessidade
diária é o nele mergulhar
Tangos esquecidos
alto tocam na viola
Fazem mundo em
altos prantos derreter
Promissores
encontros logo viram degola
Desabrochos de
flores em triste fenecer
Logo um novo
tango ferver o sangue faz
Embarca-se
apaixonado na rica escultura
Canção pêlos
prantos, momento perspicaz
Ardilosa e
teimosa morta orgia da ternura
Findo
enfim
Não só um tango a
mais
Louco é,
sim
Queimar o próprio
cais
Escrito por Poeta às 16h53
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Vidro
Não sou de vidro
A luz por mim
Não passa sem ser absorvida
Não fico parado inerte
Enquanto tudo me vem à frente
Com as imagens atravessando o corpo
Entretanto...
Se me convencerem que sou
À primeira instabilidade estouro
E os afiados estilhaços vão machucar
Escrito por Poeta às 15h40
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Sinete
da Moça e da Menina

A Menina tem tão
pouco
Quando a Moça
tinha tudo
Moça que me
logrou louco
Menina que deixa
mudo
Ela Moça nem
disfarça
Seus caprichos
tão insanos
E a Menina na
desgraça
De só ter o que é
mundano
Sem porquê a Moça
ignora
Que queimara meus
lençóis
A Menina sempre
implora
Que eu lance meus
anzóis
A cabeça a Moça
entorta
Como o próprio
Satanás
A Menina sempre
enfeita
Esperando algo a
mais
Moça eu quis
parceria
E perdi pro teu
espelho
Menina sem
baixaria
Não mais fique de
joelhos
Hoje Moça cheira
a morte
Um desgosto tão
doente
Menina tenha mais
sorte
E me solte esta
corrente
Eu me sinto Moça
má
Com a Menina
dedicada
Pensando se
existirá
Outra Moça
adocicada
Mas Moças eu já
não quero
Nem tampouco uma
Menina
Turbilhão me
desespero
Já mais nada me
fascina
Minha vida
destroçada
Rasgou toda a
Menina
Moça fria e
ousada
Há de achar a tua
sina
Qual o peso que
carrego
De traído a
trapaceiro
Menina tenha
sossego
Moça viva o
desespero
Sei que a Menina
um dia
Vai ter Amor
verdadeiro
E a Moça em
agonia
Chorará em
cativeiro
Escrito por Poeta às 15h38
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Soneto da Dissuasão

Era macia tela
que sustenta
A vida varada
qual treliça
Mataste a vã fome
movediça
Amêndoa que a
alma alimenta
Ontem aquecia
qual pimenta
Que tal qual um
sonho só atiça
Falsa valsa e
caiu a promessa
Já a existência
não agüenta
Eis que a vida
virou desengano
E loucura
tornou-se o destino
O inviável fez-se
um capataz
Mentira ser um
erro humano
No teu surto
podre e mundano
Teus bueiros
deixei lá atrás
Escrito por Poeta às 02h00
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Te Gosto
(em construção há meses. Travou.)

Te gosto
tanto
Era tanto
acalanto
Que até me
espanto
Ao te
enraizar
Te gosto
solta
Que fico a tua
volta
E até quando te
saio
Não tarda o
voltar
Te gosto
assim
Qual flor,
menina
Que ora
fascina
Nos fazendo
ficar
Te gosto
morena
Inda que
pequena
Tua mera
existência
É só um
delirar
Te gosto
sobremaneira
Me faço a
fogueira
Que sempre a
esquenta
Chega até a
queimar
Te gosto
sorteio
O teu jeito
faceiro
Eu nunca sei o
jeito
Que vou te
encontrar
Te gosto hoje
partindo
Chegaste ontem
sorrindo
E nada
hesitaste
Em tudo
abandonar
Te gosto
azeda
Em tua
avareza
Que de tão
mesquinha
Eu chego a
chorar
Te gosto
surtando
E alto
gritando
Quando eu
insisto
Em nos
machucar
Te gosto
distante
Com outros
amantes
Em bocas
alheias
A nos
crucificar
Te gosto
voltando
Suja e
sangrando
Meu mundo
rodando
Tendendo a
aceitar
Te gosto
negada
A obra
acabada
O longo
descaminho
Ao só o canhoto
restar
Te gosto
morrendo
Bebendo o
veneno
Que tal qual
criança
Pus-me a
venerar
Escrito por Poeta às 12h33
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Raulzito
(faz tempo que ele não aparece, sempre profícuo)

Conserve seu
medo
Mantenha ele
aceso
Se você não
teme
Se você não
ama
Vai acabar
cedo
Esteja
atenta
Ao rumo da
História
Mantenha em
segredo
Mas mantenha
viva
Sua
paranóia
Conserve seu
medo
Mas sempre
ficando
Sem medo de
nada
Porque dessa
vida
De qualquer
maneira
Não se leva
nada
E ande pra
frente
Olhando pro
lado
Se entregue a
quem ama
Na rua ou na
cama
Mas tenha
cuidado
Cuidado...
Muito!
Escrito por Poeta às 09h37
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
[ ver mensagens anteriores ]
|
 |
|
|
|